Segunda aula
A segunda sessão já foi de forma presencial no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território no dia 27 de setembro de 2023.
Nesta segunda sessão voltamos a recordar a última aula quando falamos sobre a nacionalidade.
Recordamos os 3 pilares fundamentais, o território; a língua e a ascendência. Estes elementos representam a identidade nacional num estado liberal.
A meio desta conversa surgiu o professor Ricardo Garcia. Professor pretendia perceber o porquê de alguns dos alunos (incluindo eu) não estarem inscritos na cadeira opcional.
Na altura da inscrição houve um pequeno problema entre IE e o IGOT, o que conduziu a uma inscrição tardia, o que limitou os mestrandos de escolherem as opcionais.
Este atraso depois conduziu a escolhas forçadas e em matérias que os alunos não estavam tão confortáveis, o que poderia levar a um mau desempenho.
Houve um pequeno momento de debate em que os mestrandos pretendiam defender os seus interesses e o professor Ricardo defender o instituto e acabou por ser apresentadas algumas soluções, que logicamente tivemos de acatar, embora um pouco prejudicados.
Depois desta pequena interrupção voltamos à aula em que começamos a fazer o paralelismo entre a geografia está associada a identidade e estar simultaneamente associada à política.
Começamos depois a falar da evolução da disciplina e dos manuais consoante a evolução política do país e a própria entrada na CEE. Matéria essa que acabara por ser mais aprofundada na cadeira que teríamos no Instituto de Educação (história do ensino)
Sumário:
- A escala local não é privilegiada no ensino de geografia.
- “Só se ama aquilo que se conhece” um lema da geografia herdado do século XIX.
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